
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Iguais

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Championship - 9ª Rodada
POR GILMAR SIQUEIRA
Naquele que seria o principal jogo da rodada, o líder Queens Park Rangers recebeu o Millwall, mas ao contrário do que se esperava, acabou apenas empatando em 0 a 0, numa partida movimentadíssima. Mesmo com o empate, os QPR continua na primeira posição - mantendo a invencibilidade -, com 23 pontos enquanto os Lions estão apenas na 12ª, com 12.
O vice-líder Cardiff City, ainda sem Craig Bellamy (desfalcando inclusive a seleção galesa), recebeu a visita do Crystal Palace, que faz uma fraca campanha e está na zona de rebaixamento. Tudo que os Bluebirds precisavam era conquistar a vitória e encostar no líder QPR, no entanto, tudo que o Cardiff mostrou foi um incrível apatismo, resultando em um fatídico (para ambos) empate em 0 a 0. Ainda assim, o time galês permanece na segunda posição, com 17 pontos enquanto o Palace ocupa a 22ª posição, com 8 pontos.
Formada por Gerrard e Ayala, a defesa do Hull City é, na teoria, consistente, entretanto, não foi o que se viu dentro de campo contra o Burnley, onde tudo pareceu diferente. Contando com vários erros defensivos dos Tigers, os Clarets conquistaram a vitória através de Iwelumo e Eagles, marcarando dois gols cada para selar a importante vitória do Burnley. Os Clarets ocupam a 5ª posição, com 15 pontos enquanto o Hull ocupa a 17ª, com 11.
O Leicester City, do ameaçado técnico Paulo Sousa, continua segurando a lanterna. O adversário da vez foi o Norwich City. Com apenas 2 minutos de jogo, Waghorn abriu o placar e colocou o Leicester na frente. Entretanto, o fato de conseguir a vantagem cedo não garantiria a vitória se os Foxes não lutassem para sair de Norwich com os três pontos. Dito e feito. Os Canários empataram (Crofts), viraram (Hoolahan) e ampliaram (Drury) o marcador. Fryatt chegou a marcar mais duas vezes para o Leicester - e acabou sendo expulso no final da partida -, mas outro gol de Hoolahan selou a vitória do Norwich City, por 4 a 3. Os Canários ocupam a 3ª posição, com 16 pontos enquanto os Foxes ocupam a última, com 5.
O confronto entre Leeds United e Preston North End foi, sem dúvida alguma, o jogo da rodada. O time de Elland Road era franco-favorito na partida, mesmo os Lilywhites vindo de uma vitória. O time de Darren Ferguson abriu o placar aos 5 minutos, com Parkin. O Leeds só empatou aos 15, com Becchio. O Preston diminuiu o ritmo, dando condições para os Whites - através de Bruce e Somma (2x) -, colocar o Leeds à frente do placar com 3 gols de vantagem: 4 a 1. Parkin diminuiu para os Lilywhites no fim do primeiro tempo: 4 a 2. A inimaginável reação do Preston veio no segundo tempo: Parkin (2x, completando um hat-trick), Treacy, Davidson e Hume fizeram 4 gols em 25 minutos e selaram uma importante vitória para os comandados de Darren Ferguson, que agora ocupam a 20ª posição, com 9 pontos enquanto o Leeds United é o 10º, com 14.
Uma vitória, vários personagens
O Tottenham goleou o Twente, atual campeão holandês, e garantiu a primeira vitória na Champions League 2010-11. Uma partida que chamou atenção pelos três pênaltis marcados a favor dos Spurs e uma série de personagens.
Por exemplo: poderíamos contar a história do jogo usando Rafael van der Vaart. O holandês, contratado no último dia de janela de transferências, foi do inferno ao céu e poderia ter voltado ao “lugar de origem”. Explica-se: Crouch foi agarrado dentro da área e o juiz marcou pênalti. van der Vaart bateu mal e Mihaylov pegou. Logo depois, mais uma chance do meia e mais uma defesa do bom goleiro. Até que, na volta para a segunda etapa, o holandês domina no meio da área e fuzila o gol do Twente, abrindo o placar para os Spurs. Belo roteiro, se não tivesse como grand finale a expulsão do próprio van der Vaart, quando o time vencia por 2 x 1 e o adversário começava a pressionar. Dramático, não?
Seria, se aí não tivesse aparecido mais um personagem da partida. Após lance duvidoso em que o árbitro interpretou como pênalti uma tentativa de proteção do zagueiro do Twente, Pavlyuchenko bateu bem e marcou seu segundo gol de pênalti na partida, o terceiro do Tottenham, que praticamente selou a vitória.
Poderíamos citar também Gareth Bale, que sofreu o segundo pênalti em bela jogada pela esquerda e marcou o tento que fechou o placar, provando, mais uma vez, sua ótima fase.
Mas prefiro ficar com a arbitragem, mais precisamente os auxiliares que ficam atrás dos gols. Foram eles que alertaram o árbitro quanto ao primeiro e o terceiro pênalti. Esses sim, foram mais que fundamentais para a merecida vitória do Tottenham.
A estrela de um jovem mexicano
O Manchester United não mereceu vencer o Valencia no estádio Mestalla. Quase não jogou futebol, procurou anular as principais jogadas do bom time espanhol e esquecia de atacar. A formação inicial, um 4-2-3-1 com Fletcher e Carrick formando a dupla de volantes, Park aberto pela esquerda, Anderson centralizado e Nani na direita, não funcionou. O brasileiro não encostava em Berbatov, que ficava completamente isolado no ataque dos Red Devils. É evidente a dependência que a equipe tem da presença de Rooney, que busca o jogo e tabela com o búlgaro. Para piorar, Evra e Rafael pouco subiam para o ataque, mais preocupados em defender.
O mais óbvio – e justo – seria um empate, mas brilhou a estrela de Chicharito Hernández. O mexicano entrou e decidiu, mostrando que não teme jogos importantes – o que já havia mostrado na decisão da Community Shield, contra o Chelsea. Hernández recebeu ótimo passe de Macheda, dominou já tirando o defensor do Valencia e finalizou muito bem, marcando o gol salvador dos Red Devils, o único da partida.
Vitória importantíssima do Manchester United, na casa do atual líder da badalada La Liga. Recupera-se, assim, do vexaminoso empate contra o Rangers na estreia da fase de grupos da Champions League. O time ainda está longe do ideal, mas a inteligência de Alex Ferguson e a estrela de jogadores como Chicharito Hernández são diferenciais que podem favorecer os Red Devils na campanha pelo título da principal competição entre clubes do mundo.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Entrevista: Décio Lopes
Depois de nomes como Mauro Cézar Pereira, Leonardo Bertozzi e Rafael Oliveira, estamos trazendo mais um entrevistado especial para o Premier League Brasil. A bola da vez é Décio Lopes, repórter do SporTv, responsável desde 2003 pelo programa Expresso da Bola, onde entrevista brasileiros que jogam no exterior. Aqui ele fala um pouco sobre sua experiência com o futebol inglês, além de histórias curiosas e de revelar seu time na Inglaterra. Boa leitura!
Premier League Brasil: Você já esteve na Inglaterra fazendo o Expresso da Bola por diversas vezes e com certeza tem algumas histórias curiosas sobre essas reportagens. Poderia nos contar uma?
Décio Lopes: Tem uma ótima. Em Liverpool, peguei um taxi no centro e dei ao motorista o endereço do Fábio Aurélio. O taxista digitou tudo no gps e foi seguindo. Eu conheço Liverpool direitinho e fui reconhecendo que, aos poucos, fomos passando pelo bairro dos Beatles. Cruzamos com Penny Lane, passamos pelo antigo Sgt. Peppers, pertinho da casa da Mimi (tia do John)... Aí o taxi subiu uma ruazinha escura e foi diminuindo a velocidade. Até que o gps disse que tínhamos chegado ao destino. Só que no local não havia casa alguma. Sabe onde estávamos? Acredite: diante dos portões de Strawberry Field (o tal da música dos Beatles!!). Eu, naturalmente, desci, tirei uma foto e voltei ao taxi - até porque chovia, como sempre. Voltamos a procurar pelas cercanias onde haveria um condomínio de belas casas - o Fábio já havia me dito que neste condomínio moravam vários jogadores do clube. Pois rodamos, rodamos, rodamos... Até que, de repente, procurando por placas e indicações, eis que se abre um portão e, de lá, sai um baita carrão esporte. Quem está no volante? Fernando Torres. O próprio. Eu nao tive dúvidas. É ali mesmo! Naquele portão. E era. Claro.
PLB: Entre todos os clubes que já visitou, qual estrutura te encantou mais?
Décio: Na verdade na Inglaterra os CTs são fechadíssimos. Jornalistas não sao bem vindos. Então eu sempre gravo na rua, na casa do boleiro ou nos estádios - estes sim, eu conheço bem. O Emirates Stadium – do Arsenal - é simplesmente espetacular. Conforto, serviços e visão perfeita em um estádio imenso e lindo.
Imagem de uma das edições do Expresso da Bola, com os gêmeos Fábio e Rafael, do Manchester United
PLB: A Inglaterra é o país onde nasceu o futebol. Como é o envolvimento das pessoas com o esporte, comparando com o Brasil?
Décio: São mais fanáticos que nós. Eu não tenho dúvidas. O espanhol, o italiano e o inglês são viciados em futebol. Vivem isso, falam disso, bebem, comem, tudo com o futebol. Tem jogo todos os dias, em todos os lugares - sempre há uma TV ligada em um jogo. Amam o futebol. Amam os seus clubes intensamente. O seu clube é quase o seu sobrenome. No norte do país então... É lindo. Eu acho muito bacana mesmo. De tanto perderem, eles se acostumaram a não acreditar na seleção e a envolverem-se menos com o English Team. Mas quanto a clubes... São alucinados. Nada menos que isso.
PLB: Você já teve a oportunidade de visitar o Museu do Futebol em Preston, considerado o mais importante do mundo. O que um amante de futebol, como você, se sentiu em um lugar como aquele?
Décio: É mágico. É espetacular. É como ir à casa do John Lennon, para usar uma metáfora inglesa. É entrar em um templo. Dá vontade de ajoelhar e rezar. Obrigado por existir, futebol.
Museu do Futebol, em Preston
BPL: "A Premier League é a melhor liga nacional do mundo em termos técnicos". Você acredita nessa afirmação?
Décio: Acho que a crise econômica bateu muito forte na Europa e fez estragos no futebol. A Inglaterra, com a libra em alta, somada aos investimentos sem fim dos mafiosos e mega empresários, deitava e rolava. Há dois anos eu não teria a menor dúvida em afirmar isso. Hoje já paro pra pensar. Vejo o Barcelona e o Real Madrid melhores tecnicamente. Isso faz da liga espanhola melhor? Provavelmente não, já que há um desnível muito grande entre os clubes. Mas acho que a Inglaterra já não se sobressai tanto neste momento. Até porque na Espanha uma lei beneficia os clubes e permite que os estrangeiros sejam contratados com muito mais facilidade. Contrabalançou um pouco com os grandes lavadores de grana que faziam a festa na Inglaterra. Com o mercado financeiro desaquecido, com o petróleo em baixa, a lavanderia também diminuiu o movimento.
BPL: Sandro e Ramires são os últimos brasileiros a desembarcarem na Inglaterra. Wellington Silva já é o próximo. Por que os clubes ingleses vêm investindo tanto em jovens brasileiros, o que não era comum até pouco tempo?
Décio: Acho que justamente por estarem buscando alternativas mais baratas. Já não há aquele esbanjamento dos tempos em que a libra valia 6 reais. Em Londres eu cheguei a trocar cem euros por 70 libras. É uma diferença bizarra que diminuiu abruptamente. Isso tem o lado positivo de obrigar os dirigentes a serem mais inteligentes e comedidos, em vez de simplesmente comprarem tudo o que há no mercado. Acho também que experiências como a de Fábio e Rafael incentivaram outros clubes a tentarem resultados semelhantes. É mais arriscado, mas muito mais barato, comprar jovens com potencial. O Ramires nem se encaixa aí, já que já vem "testado" de Portugal e na Seleção, mas é um jogador jovem e nem tão glamuroso quanto outros brazucas.
BPL: Aliás, Sandro e Ramires são pautas para futuros Expressos da Bola?
Décio: Sem dúvida nenhuma. Já gravei com o Ramires em Lisboa, mas agora é outro momento, outra fase, outra vida... Eles e Denilson estão certamente na mira.
Fabio Aurélio, do Liverpool, foi mais um a participar do Expresso da Bola
BPL: Você já esteve com a seleção brasileira em Londres algumas vezes. Como é a recepção dos ingleses para com a nossa seleção?
Décio: Muito boa. Os ingleses admiram muito o futebol brasileiro, mas muito mesmo. A ponto de babarem para nós mesmo... Eu, por exemplo, já comprei uma camisa na loja oficial do Manchester City em que há uma bandeira brasileira e os escritos "just like watching Brazil". Acho que é o auge da admiração! Os caras colocam o jogo brasileiro como um objetivo a ser atingido. É mais ou menos o que eu penso sobre o rock inglês.
BPL: Por último, mate a curiosidade dos nossos leitores: você tem algum time de preferência na Premier League?
Décio: Tenho. Confesso que gosto do Liverpool (por causa dos Beatles e dos meus camaradas Lucas e Fabio), mas torço mesmo é pelo Tottenham. Sofredor, né...? Rs rs rs fazer o quê? Preferência de clube não é questão de ganhar mais ou menos. Isso não faz a menor diferença para mim. É uma questão de estilo. Eu gosto do Tottenham, do estilo, da tradição, da camisa, da torcida... O bairro onde está o estádio é um lixo. Parece terceiro mundo. Mas o clube é o máximo. Eu gosto. Especialmente nestes tempos em que meu amigo Gomes brilha por lá.
Tudo como o esperado
Nenhuma surpresa ou zebra para os times ingleses na abertura da segunda rodada da Champions League. Duas vitórias, poucos sustos e Chelsea e Arsenal conseguem manter o 100% de aproveitamento.
Os Blues precisaram de 25 minutos para resolverem o duelo contra o Olympique de Marseille. Terry se antecipou à marcação após escanteio de Malouda e voltou a marcar após 26 partidas em branco. O segundo foi marcado por Anelka, de pênalti. Destaque para mais uma grande atuação de Malouda, que vem sendo um baita diferencial para a equipe de Carlo Ancelotti na atual temporada. Na segunda etapa, a trave resolveu atrapalhar a goleada londrina. Alex foi o primeiro, após uma bomba em cobrança de falta. Essien conseguiu acertar o poste mais duas vezes, em dois bons chutes de fora da área. E assim terminou: Chelsea 2 x 0.
Já o Arsenal teve um pouco mais de trabalho contra o Partizan, em Belgrado. Arshavin recebeu ótimo passe de calcanhar de Wilshere e abriu o placar. Antes do final da primeira etapa, o primeiro pênalti do jogo foi marcado para o Partizan. O brasileiro Cléo deslocou Fabianski e empatou. Na volta do intervalo, mais um pênalti, dessa vez para o Arsenal e com direito a expulsão de Jovanovic. Arshavin desperdiçou, mas foi salvo por Chamakh, que, de cabeça, fez o segundo do Arsenal. O terceiro foi de Squillaci, o primeiro dele com a camisa dos Gunners. Cléo ainda teve chance de diminuir e recolocar o Partizan na briga, mas Fabianski caiu bem e defendeu o terceiro pênalti da partida.
Chelsea e Arsenal lideram seus grupos e não encontrarão dificuldades na corrida pela classificação para a fase de mata-mata da maior competição entre clubes do mundo.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Prévia - 2ª Rodada - Terça - Liga dos Campeões
A sexta rodada em números

Championship - 8ª Rodada
Rooney está fora do duelo contra o Valencia
Os problemas envolvendo a vida privada de Wayne Rooney irão atingir, mais uma vez, o Manchester United. Descontente com as atuações do atacante desde que o envolvimento com uma prostituta veio à tona, Sir Alex Ferguson cortou o Shrek da lista de relacionados para a partida contra o Valencia, quarta, no estádio Mestalla.
Rooney marcou apenas um gol desde o caso citado e foi substituído no empate com o Bolton, no último domingo. Mesmo com as declarações do auxilir Mike Phelan, garantindo que o atacante estaria em forma para a partida da Champions League, Alex Ferguson preferiu deixá-lo fora, com a justificativa de que teria cobertura suficiente para não precisar escalar um jogador fora das condições iguais.
Depois do empate em casa contra o Rangers na rodada de estreia, uma vitória na Espanha será fundamental para a campanha Red Devil na Champions League 2010-11. Além de Rooney, outro jogador importante não poderá jogar. O experiente Ryan Giggs está lesionado e só volta em duas semanas. Problemas e mais problemas em Old Trafford.
domingo, 26 de setembro de 2010
Complemento da sexta rodada.



sábado, 25 de setembro de 2010
Prévia - 6ª Rodada - Domingo - 26/09
As casas de aposta triunfam novamente!



sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Prévia - 6ª Rodada - Sábado - 25/09
Eles são invencíveis?
Como já repetimos algumas vezes, o início de temporada do Chelsea é parecido de como terminou a última: espetacular. Única equipe com 100% de aproveitamento, os Blues têm brincado na Premier League 2010-11. Quem acompanha as partidas de Carlo Ancelotti e cia. observa que o time joga em ritmo de treino. E vence.
Por outro lado, é importante ressaltar que os adversários até aqui estão longe de ter boas ambições no campeonato: West Brom (6x0), Wigan (6x0), Stoke City (2x0), West Ham (3x1) e Blackpool (4x0). Como atual campeão do certame, era obrigação do Chelsea vencer com facilidade esses adversários.
A equipe precisa ser testada contra adversários mais fortes e algumas adversidades, por assim dizer. Por exemplo: nesse sábado, enfrentará os milionários do Manchester City, equipe que ainda tenta encontrar o melhor entrosamento, mas que esbanja potencial, com as ausências de Kalou (fundamental até aqui) e Benayoun, constantemente titular.
No meio da semana, recebe o Olympique de Marseille, atual campeão francês, em Stamford Brigde, pela segunda rodada da Champions League. Para fechar a semana, o clássico londrino contra o Arsenal, atual segundo colocado, também em casa.
O favoritismo está ao lado dos Blues em todos esses duelos, mas convenhamos que não será uma semana nada fácil. Se conseguir passar por cima dos problemas de fadigas, lesões e o que mais aparecer pela frente, vai ser difícil de impedir que o título seja entregue com festa ao Chelsea em maio.
Parceria de sucesso










